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BOMBA! Bolsonaro tinha RAZÃO, e tudo acabou sendo confirmado. ‘A CASA CAIU’

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Os comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica divulgaram uma nota nesta sexta-feira 11 em que comentam os atos patrocinados por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) insatisfeitos com a derrota do ex-capitão.

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No texto, os militares condenam o que chamam de “restrições a direitos por parte de agentes públicos” e também “eventuais excessos cometidos em manifestações”.

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“A solução a possíveis controvérsias no seio da sociedade deve valer-se dos instrumentos legais do estado democrático de direito”, escreveram.

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“Como forma essencial para o restabelecimento e a manutenção da paz social, cabe às autoridades da República instituídas pelo Povo, o exercício do poder que “Dele” emana, a imediata atenção a todas as demandas legais e legítimas da população, bem como a estrita observância das atribuições e dos limites de suas competências, nos termos da Constituição Federal e da legislação.

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A nota, que é assinada pelo almirante de esquadra Almir Garnier Santos, comandante da Marinha, pelo general Marco Antônio Freire Gomes, comandante do Exército, e pelo tenente-brigadeiro do ar Carlos de Almeida Baptista Junior, comandante da Aeronáutica, é direcionada às instituições…

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Segundo afirmam interlocutores do núcleo duro de Bolsonaro à Gazeta do Povo, uma nota conjunta das Forças Armadas será divulgada nesta sexta-feira (11). Ela será assinada pelos comandantes do Exército, general Freire Gomes, da Marinha, almirante Almir Garnier Santos, e da Aeronáutica, o tenente-brigadeiro do ar Carlos de Almeida Baptista Júnior.

O teor da nota ainda é desconhecido, mas militares e aliados do governo presumem que as Forças Armadas devem reforçar a defesa do relatório produzido a fim de rechaçar o discurso de críticos, que acusam os militares de terem sofrido influência política de Bolsonaro.

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por exemplo, disse nesta quinta que o chefe do Executivo tem que pedir “desculpas” por ter “usado” os militares para fiscalizar as urnas eletrônicas sem necessidade. A prova disso é que o relatório não apontou fraude nas eleições deste ano.

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Um presidente da República, que é o chefe supremo das Forças Armadas, não tinha o direito de envolver as Forças Armadas a fazer uma comissão para investigar urnas eletrônicas, coisa que é da sociedade civil, dos partidos políticos e do Congresso Nacional”, disse Lula. “O resultado foi humilhante.

Eu não sei se o presidente está doente, mas ele tem a obrigação de vir à televisão e pedir desculpas para a sociedade brasileira e pedir desculpas às Forças Armadas, por ter usado as Forças Armadas”, complementou.

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