O caso
A Polícia Civil prendeu uma mulher suspeita de envolvimento na morte do próprio pai, ocorrida em março deste ano, em Senador Camará, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A prisão foi realizada na última quarta-feira (27) por agentes da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), em um supermercado onde ela trabalhava, no bairro de Bangu.
Segundo as investigações, Maria Clara dos Santos é suspeita de ter participado do planejamento e da execução do homicídio ao lado do companheiro, Gilberto Mendes Júnior.
Motivação investigada
De acordo com a Polícia Civil, o crime teria sido motivado por uma disputa envolvendo um terreno pertencente à vítima, Leonardo Martins Barcelos.
Os investigadores afirmam que havia desentendimentos relacionados a uma edícula localizada nos fundos da residência da vítima, local onde o casal pretendia morar.
Dinâmica do crime
As apurações indicam que o homicídio ocorreu na casa de Maria Clara. No momento dos disparos que atingiram Leonardo Martins Barcelos, a neta da vítima, uma criança de 8 anos, estava dentro do imóvel.
Além da disputa patrimonial, a polícia apura a informação de que o casal responsabilizava Leonardo pela morte de um cachorro da família, fato que também teria contribuído para os conflitos.
Investigação segue
Imagens de câmeras de segurança foram utilizadas durante as investigações e, segundo a polícia, mostram Gilberto Mendes Júnior entrando e saindo da residência da família em horário próximo ao crime.
Os registros auxiliaram os agentes na reconstrução dos acontecimentos e no avanço das diligências realizadas pela Delegacia de Homicídios da Capital.
Busca por suspeito
Enquanto Maria Clara já foi presa, a polícia continua à procura de Gilberto Mendes Júnior, apontado como um dos envolvidos no caso.
As autoridades também investigam a possível participação de outras pessoas no planejamento ou na execução do homicídio.
Próximos passos
A Polícia Civil dará continuidade às investigações para esclarecer todos os detalhes do crime e identificar eventuais envolvidos.
Até a última atualização do caso, não havia manifestação das defesas de Maria Clara dos Santos e Gilberto Mendes Júnior sobre as acusações apuradas pela investigação.
