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Política

Nova ação de Bolsonaro deixa Lula e aliados em alerta; “Segurar tudo”

Nova ação de Bolsonaro deixa Lula e aliados em alerta; “Segurar tudo”

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Luiz Inácio Lula da Silva (PT), foi o escolhido para a presidência da República. No último domingo, 30 de outubro, Lula conseguiu 60 milhões de votos e irá retornar ao Palácio do Planalto pela terceira vez no dia 1° de janeiro de 2023. Até o fim deste ano (2022), deve haver a transição de um governo para o outro. Nova ação de Bolsonaro deixa Lula e aliados em alerta; “Segurar tudo”

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Lula foi presidente do Brasil de 2003 a 2010. Segundo as pesquisas, Lula seria o vencedor das eleições deste ano, desde as primeiras pesquisas feitas. Lula recebeu 60 milhões de votos ao total e Jair Bolsonaro (PL) recebeu 58 milhões, sendo essa uma vantagem de dois milhões de votos.

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Jair Bolsonaro não parabenizou seu adversário, Lula da Silva pela vitória e não quis responder as perguntas feitas pelos jornalistas, que haviam ficado em peso no hall da Alvorada, esperando um pronunciamento de Bolsonaro. O chefe executivo ficou muito abatido após sua derrota para Lula.

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Congressistas, os quais são aliados de Lula, ressaltaram uma grande preocupação.

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Eles ressaltaram sua preocupação diante da proximidade das sabatinas de mais de 20 nomes que foram indicados por Bolsonaro, para os cargos no Judiciário, embaixadas brasileiras e agências reguladoras.

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Eles têm em mente que os escolhidos de Bolsonaro do Executivos sejam sabatinados entre os dias 22 e 24 de novembro no Senado Federal.

A base petista que integra o Gabinete da Transição, defendem a articulação entre os parlamentares opositores de Bolsonaro para tentar prorrogar pelo menos dois dos 20 nomes que o atual presidente Jair Bolsonaro indicou. São esses Messod Azulay e Paulo Sérgio. Os dois foram escolhidos por Jair Bolsonaro para o Superior Tribunal de Justiça (STJ).

E o risco das indicações de Bolsonaro ao STJ deixaram o governo eleito em alerta. Segundo interlocutores do PT disseram ao Metrópoles, alguns setores do partido propõe “segurar tudo”. Os petistas defendem esforços da bancada para adiar as sabatinas dos potenciais futuros ministros da Corte.

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