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Política

URGENTE: Chega NOTÍCIA envolvendo o nosso querido BOLSONARO, dias após as ELEIÇÕES, foi confirmado

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BRASÍLIA – Após informar que levaria até 30 dias para concluir sua fiscalização do processo eleitoral, o Ministério da Defesa promete entregar já nesta quarta-feira, 9, o relatório com suas conclusões.

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O prazo encurtado atende as pressões do presidente Jair Bolsonaro, que trocou os holofotes pelos bastidores desde que perdeu a disputa para o petista Luiz Inácio Lula da Silva, no último domingo.

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Uma das mudanças que entraram no radar de militares que conversaram com o blog seria uma troca no comando do Exército por um nome mais alinhado ao que os bolsonaristas radicais têm pressionado: um roteiro golpista e de tumulto após a vitória de Lula.

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Militares da ativa dizem querer distância de bolsonaristas golpistas e afirmam temer mudanças para tumultuar e arranhar ainda mais a imagem das Forças Armadas.

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Uma das mudanças que entraram no radar de militares que conversaram com o blog seria uma troca no comando do Exército por um nome mais alinhado ao que os bolsonaristas radicais têm pressionado: um roteiro golpista e de tumulto após a vitória de Lula.

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O atual comandante do Exército é o general Marco Antônio Freire Gomes, nomeado pelo presidente em março.

Generais lembram ao blog que a prerrogativa de nomeação dos chefes das Forças Armadas é do presidente da República. Bolsonaro poderia trocar Freire Gomes – que, segundo eles, não compactua com nenhuma aventura bolsonarista.

Até dentro do governo, assessores de Bolsonaro reconhecem ao blog que o presidente se irrita com o que chamam de falta de adesão do comando do Exército ao presidente.

De uma fonte do Exército ouvida pelo BLOG: “Ele [Bolsonaro] pode fazer [trocar o comandante do Exército], mas seria a pá de cal. E fortaleceria Freire Gomes. Pior: não adiantaria nada porque vamos sempre lembrar que tem um Alto Comando, um colegiado que garante o equilíbrio”.

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Ainda de acordo com militares, o presidente gostaria que o comandante do Exército fosse mais próximo a ele, mas Freire Gomes, segundo relatos, quer distância e só vai ao encontro de Bolsonaro quando convocado, por se tratar de chamado do chefe do Executivo.

Os generais dizem também que nunca viram tantas mudanças como as do governo Bolsonaro. Eles atribuem essa estratégia de misturar a imagem das Forças Armadas a Bolsonaro a incentivos e participação de “ex-generais, ex-militares que hoje são politicos” e que, atualmente, integram o governo.

O blog também perguntou aos militares sobre o relatório a ser apresentado nesta quarta-feira (9) pelo Ministério da Defesa sobre o sistema eletrônico de votação. Generais chamaram o anúncio de “bala de festim bolsonarista” para alimentar teorias de conspiração dos apoiadores do presidente, derrotado nas eleições por Lula.

Nas palavras de um general: “Não tem fato, mas podemos esperar factoides”.
O relatório não teve, segundo generais, participação dos comandos das Forças Armadas, o que incomoda Bolsonaro.

 

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